THE ROAD NOT TAKENRobert FrostTwo roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair,
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
Two roads diverged in a wood, and I—
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.
Ao contrário, se eu continuar na minha zona de conforto, será que vou me arrepender de não ter tentado? Chegar no final da vida e lamentar os caminhos que poderia ter trilhado e não trilhei por comodismo, ou por preguiça, ou por medo?
A gente nunca vai saber. Os caminhos a gente escolhe, ou são escolhidos por nós – eu acredito nisso também. O negócio é ser feliz qualquer que seja o caminho escolhido e trilhado. não dá pra viver no e se?. O que importa é o agora, o hoje. não o ontem, não o amanhí.
Meu hoje me incomoda. não é o que eu quero. Acho que sei o que quero, mas ainda não é o momento. E fico impaciente, ansiosa, esperançosa e agoniada.
Quero trilhar o caminho que vai fazer a toda a diferença, como disse o poeta.





Me identifiquei muito com o seu post de hoje.Estou vivendo um momento bem parecido. Acho q sei o q eu quero, mas não sei se tenho a coragem necessária pra abandonar a minha “zona de conforto”. Mas também não quero chegar no final da vida lamentando pelo o q eu não fiz, pela falta de coragem q tive. Estou num momento meio aquela letra da música do Lulu Santos ” Já é” : “Sei lá, tem vezes q a gente olha pra si, e sepergunta se é mesmo isso aí, que a gente pensou q ia ser, quando a gente crescer.” Te entendo bem Ana… Como entendo.
eu tb nao gosto de viver com essa de …e se…o que passou passou e e o amanha ainda vira entao vivo o hoje.
Ana, estou passando pela mesma coisa. Sensacao chata, quero mudar tantas coisas mais nao sei por onde comecar. Vc nao esta sozinha. Sempre passo por aqui, apesar de nunca ter comentado. Gosto muito de ler seus textos.
É Ana as vezes damos cabeçadas para sair de onde estamos =(
Oi Ana,
Mudanças as vezes dói , dói demais, mas são necessárias e benéficas no final das contas. Ninguém é o mesmo p/ sempre.
Força, coragem.
Adoro vc.
Oi, Ana! adorei seu blog
Assim que você colocar o post me avisa e eu coloco lá na listainha.
Beijoca!
Já ouviu aquele ditado de quem não arrisca não pestisca? Pois é bem assim…. Ana, há 14 meses atrás eu deixei todo o meu conforto e família de lado e vim me aventurar com meu marido aqui na Espanha… meu marido tinha muita vontade de fazer um MBA fora do país e eu sempre o apoiei.. digo que foi uma experiência de vida maravilhosa e que daqui uns dias estaremos voltando para o Brasil e começando de novo nossa vida por lá. É difícil “começar” de novo, mas sei que logo estaremos colhendo todos os frutos que plantamos nesses 14 meses… tudo nessa vida é válido. Vale a pena tentar… mas te digo uma coisa, mudança não é fácil, mas nós nos adaptamos. Vá em frente e siga seus sonhos e os do seu marido também. Beijinhos
Impressionante. Exatamente o que sinto.
Nao me arrependo de nada que tenha feito, mas sim das coisas que deixei de fazer, isso eh fato! - Mas saber o momento certo eh virtude de poucos. Ouca seu coracao, eu sei eh super cliche mas funciona!! BJS
Ana foi por sentir-me assim que há 6 anos mudei radicalmente a minha vida, só uma coisa restou de minha antiga vida - o meu emprego - Estou mudando… de emprego e de atividade.
abraços